O ditador da pornografia

De cada vez que vejo p***ografia, fico com esta voz na minha cabeça que me diz para fazer coisas estranhas. Coisas que eu normalmente não faria. Mas isso não me impede de ver p***ografia. Simplesmente tenho de ver mesmo, que eu tente lutar contra esta necessidade, não consigo. Por isso encontro o ditador quase todos os dias e ele força-me a fazer coisas estranhas. Ele ordena-me a tocar-me com dedos molhados, tal como as raparigas na pornografia e depois ponho os dedos na minha cona molhada, depois as ordens ficam mais exigentes e eu simplesmente tenho de as seguir. É o tipo de voz que tens de obedecer. Uma vez vi um filme p***ográfico onde um gajo estava a cuspir na cona da mulher para ela ficar sempre molhada e a voz disse-me para ir buscar um copo de leite. Depois tive de me deitar no sofá com as minhas pernas abertas e devagar derrame leite na minha vagina e pus-o la dentro com os meus dedos. No meu aniversario ele disse-me para pôr bolo no meu cu e eu enfiei algum creme de morango. Tudo estava bem, mas o meu colega de trabalho veio cá e a voz disse-me que eu tinha de oferecer-lhe bolo. Eu obedeci. O filme pornográfico ainda estava a dar por isso ela viu logo o que se estava a passar e há algum tempo que ele me queria fuder, de qualquer maneira, fomos para o chão da sala. Ele viu que eu estava a ver o filme p***ográfico enquanto ele me tocava (eu estava a receber ordens) e ele notou que a cena com sexo anal é o que eu realmente gosto, sim ele fudeu-me o cu. O ditador disse que não. Ele devia pôr mais bolo no meu cu e depois fuder-me. Disse-lhe o que fazer e pensei que ele deveria achar bizarro, mas ele realmente estava a gostar. Ele pegou num bocado de bolo e enfiou-o no meu cu, pedaço por pedaço e depois ele pôs a piça dele dentro. Ele agarrou no meu cabelo, deu uma chapada na minha nádega e chamou-me a puta dele pessoa e fudeu-me tão forte que até doeu. A voz disse que sou uma boa menina e que precisava de pôr a piça dela na minha boca para eu saborear o bolo à medida que ele se vem. Assim o fiz e ele veio-se. Engoli e ele sorriu e disse-me que eu era a melhor foda que ele alguma vez teve e não queria ir embora. Ele disse que ia ficar toda a noite, porque ele queria provar champanhe a sair do meu cu e queria pôr toda a mão dele na minha vagina e queria que eu estivesse em cima dele e mijasse nele enquanto o fazíamos. A voz na minha cabeça disse-me o que dizer. Eu disse que queria que ele pusesse o cinto dele à volta do meu pescoço e depois eu mijaria nele.